Aos poucos, os usuários foram se acostumando com as tecnologias de reconhecimento de voz, até que as pesquisas por voz passaram a representar um percentual significativo das buscas no Google e em outros serviços.

A pesquisa Panorama Mobile Time/Opinion Box, de 2018, ouviu 1.931 usuários brasileiros de smartphones, dentre os quais 64% declararam já ter usado um recurso de voz no aparelho, para iniciar uma chamada, tocar uma música ou fazer pesquisas. O hábito é mais comum entre jovens de 16 a 29 anos (70%).

Mais recente, a pesquisa Adobe Voice Technology Study entrevistou 1 mil usuários de tecnologias ativadas por voz nos Estados Unidos, e observou que 48% deles usa assistentes de voz para pesquisas gerais na web.

Qual a vantagem da pesquisa por voz?

O celular se tornou quase uma extensão de nosso corpo, e estamos sempre com ele na mão. A pesquisa por voz permite buscar uma informação na web de forma mais rápida e ágil, sem precisar usar as duas mãos no celular.

Na mesma pesquisa da Adobe que citamos antes, quase 94% dos usuários afirmaram que consideram a tecnologia fácil de usar e, mais do que economizar tempo, melhora a qualidade de vida. Por outro lado, 49% dos entrevistados nem sempre sabem por onde começar a tarefa.

Já um estudo da Universidade de Stanford mostrou que as tecnologias de reconhecimento de fala, antes não tão eficientes, hoje processam a informação três vezes mais rápido do que quando o usuário digita os termos da busca no teclado.

Linguagem natural: como os usuários pesquisam por voz?

Além de ter se tornado mais rápida, a margem de erro da tecnologia — no caso específico do Google — caiu de cerca de 25% para 8%. Isso tudo fez com que os usuários se sentissem mais à vontade para fazer as pesquisas com uma linguagem próxima da natural.

O que isso quer dizer? Que usam mais palavras, o que acaba beneficiando resultados de cauda longa. Essas palavras extras tornam as pesquisas mais interrogativas, que aparecem com maior probabilidade na fala do que na digitação.

Por exemplo, em vez de pesquisar por "previsão do tempo são paulo", o usuário pergunta para o assistente de voz "Qual a previsão do tempo para hoje?" ou "Vai chover amanhã em São Paulo?".

Como otimizar seu conteúdo para resultados de pesquisa por voz?

A partir da análise de 10 mil resultados de busca no Google Home, a Backlinko trouxe insights interessantes sobre as páginas priorizadas pelo algoritmo do buscador. Veja:

Featured snippet (posição zero)

Outro dado trazido pela Backlinko é que 40,7% dos resultados de pesquisas por voz vieram de uma página que aparece na posição zero, como costumamos chamar o featured snippet.

Featured snippet é um bloco com destaque especial, no topo na página de resultados do Google. Para aumentar as chances de aparecer na posição zero, trabalhe conteúdos longos e explore em cada tópico palavras-chave de cauda longa — a grande maioria dos featured snippets são exibidos a partir delas.

Conclusão

Com os usuários se acostumando cada vez mais com as tecnologias de reconhecimento de voz, vale a pena otimizar seu conteúdo para atender a essa tendência.

Para isso, o melhor é pensar no texto como uma conversa com o usuário, aproximando-o da linguagem natural, escrevendo headings na forma de perguntas e respondendo de forma clara, simples e objetiva.Confira outros conteúdos da Lume Academy ou entre em contato conosco para conhecer mais estratégias para otimizar seu site nos buscadores.

No dia 4 de maio de 2020, o Google começou a atualizar o algoritmo de seu mecanismo de busca. Classificada como Core Update, por promover uma mudança profunda, a atualização impacta as estratégias de quem trabalha para aumentar o tráfego orgânico dos sites.

O que mudou com o Core Update do Google de maio?

O Google está constantemente aperfeiçoando seu algoritmo, sempre com o objetivo de apresentar nas primeiras colocações da página de resultados (SERP) os conteúdos mais relevantes de acordo com a pesquisa do usuário.

A empresa divulga diretrizes de boas práticas a serem seguidas, mas não informa detalhes sobre as atualizações de algoritmos.

Portanto, as dicas que vamos mostrar neste post não vêm do Google, mas sim a partir da observação de padrões na comparação de páginas e resultados pré e pós atualização do algoritmo.

Impacto do coronavírus

Depois da atualização de janeiro de 2020, esperava-se um novo Core Update em março. Foi nesse mês, porém, que a OMS classificou o novo coronavírus como uma pandemia.

Ou seja, as mudanças não ocorreram em função da COVID-19, pois já estavam sendo planejadas antes. No entanto, como a atualização foi postergada para maio, é justo pensar que a pandemia também impactou o algoritmo.

Em análise publicada no no blog da Rank Ranger, Mordy Oberstein especula que muitas páginas galgaram posições na SERP por exibirem mensagens relacionando o coronavírus ao tema em questão.

O padrão foi notado especialmente no nicho de varejo, em que empresas que informaram detalhadamente o que muda em sua logística com a COVID-19 foram beneficiadas.

Mesmo que não resulte em um melhor posicionamento, atualizar o conteúdo nesse sentido aumenta a confiança dos clientes e melhora a taxa de conversão.

Conteúdo que importa no começo

Ir direto ao ponto, entregar o conteúdo que o usuário está buscando logo de cara, sem que ele precise rolar para baixo e perder tempo procurando essa informação.

Esse é o padrão mais significativo que Oberstein notou ao analisar o conteúdo e a organização das páginas que subiram posições em comparação com as que caíram.

De acordo com o CMO da Rank Ranger, a mensagem que o Google tenta passar é que a intenção de atender ao interesse do usuário como prioridade também impacta a autoridade (EAT) de um site.

Em outras palavras, deve-se evitar posicionar links de afiliados e outros conteúdos menos relevantes acima da informação principal, que motivou o usuário a acessar aquela página.

Conteúdo mais detalhado

Uma tendência que já havia sido vista em outras atualizações de algoritmo e foi mantida é a de valorizar conteúdos mais profundos em detrimento dos rasos. Mesmo que isso resulte em publicar com menor frequência, procure priorizar a qualidade em vez da quantidade.

O objetivo do conteúdo deve ser responder às perguntas do público de forma clara e objetiva. Por isso, é importante entender o que os usuários buscam dentro do seu segmento. Quais são as principais dúvidas deles? Essa pergunta deve ser o ponto de partida para planejar seu conteúdo.

Experiência de navegação

O uso de ativos linkáveis, como por exemplo vídeos e imagens, ainda são excelentes estratégias que podem melhorar a experiência do usuário, aumentando o engajamento. Mas lembre-se: é importante saber em qual momento utilizar esse tipo de ativo, para que ele realmente agregue valor ao conteúdo da página. Saber o que entregar e quando entregar ao usuário é essencial para para proporcionar uma boa experiência de navegação.

Nichos mais afetados

A análise de Barry Schwartz no Search Engine Land pegou dados do SEMrush para observar em quais setores houve maior mudança na volatilidade com o Core Update de maio.

Volatilidade é a tendência de o posicionamento dos sites nas páginas de resultados mudar em pouco tempo. Quanto maior a volatilidade no segmento, mais frequente é a troca de posições. Em áreas como notícias e esportes, por exemplo, a volatilidade é tradicionalmente maior.

A novidade é que os setores de viagem, imóveis, saúde, animais de estimação e pessoas e sociedade tiveram um aumento significativo no índice de volatilidade após a atualização promovida pelo Google.

Conclusão

Como o Google não detalha quais critérios por trás das mudanças em seu algoritmo, tudo o que podemos fazer é especular.

Seja quais forem as técnicas de SEO mais adequadas, o que fica muito claro é que a empresa sempre busca premiar com as melhores posições aqueles que têm na produção de conteúdo de qualidade uma prioridade.

Não há segredo, e sim trabalho: para entender e resolver as dores do usuário e manter suas páginas atualizadas, na medida do possível.

Desde que a pandemia do coronavírus começou, grandes empresas do mundo todo e de todos os setores viram o preço de suas ações despencar. Com a quarentena, porém, é o pequeno varejista quem mais sofre com a crise.

Mas não precisa ser assim. Mesmo sem poder abrir as portas do estabelecimento, é possível continuar faturando com uma loja virtual. E sem precisar investir dinheiro em um site e plataforma de e-commerce.

Ter uma loja virtual é mais fácil do que você imagina

Tem muita gente que se vira. Divulga seu negócio nas redes sociais e recebe pedidos por Whatsapp. Manda o produto e a maquininha de cartão pelo motoboy, ou então passa o número da conta bancária para o cliente transferir o dinheiro da compra.

Tudo isso funciona, mas gera atrito, ou seja, passos a mais para o consumidor, o que faz muitos desistirem e procurarem concorrentes que estão em marketplaces ou têm uma loja online que facilita o processo.

Se você tem um pequeno negócio, também deve migrar para uma solução mais profissional e eficiente. Em outros tempos, já foi bem mais complicado ter uma loja virtual — hoje não é mais.

Além de ser gratuito e não exigir grande conhecimento técnico por parte do usuário, com o EBANX Beep, plataforma de e-commerce para pequenos varejistas que vamos apresentar aqui, você não precisa sequer ter CNPJ.

EBANX Beep é a solução que você está procurando

O EBANX Beep é uma plataforma que permite criar uma loja virtual e começar a vender em pouco tempo, de maneira bem fácil. Os clientes compram direto de seu site, que poderá ser acessado no computador, celular ou tablet.

É para todos: empresário, microempresário individual (MEI), autônomo e até pessoa física.

Tanto para quem atua no setor de comércio (bares, restaurantes, oficinas, papelarias, lojas de roupas, etc.) quanto para quem presta um serviço (barbearias, workshops, consultorias, personal trainer e muito mais).

As vantagens da plataforma EBANX Beep são:

Loja virtual também para serviços presenciais

É mais fácil entender a utilidade de uma loja virtual para quem vende produtos físicos ou para aqueles que oferecem serviços que podem ser prestados a distância.

Só que serviços que precisam da presença do cliente, como uma barbearia, por exemplo, também se beneficiam com uma loja na internet, mesmo que não possam abrir o estabelecimento devido às restrições da quarentena.

Isso porque, com a plataforma, você consegue gerar vouchers com QR code, a serem resgatados quando a pandemia acabar. Assim, você gera fluxo de caixa e ameniza o impacto da crise.

O prestador do serviço pode fazer um pacote e estabelecer uma promoção. No caso da barbearia, um bom desconto para cinco cortes de cabelo motiva muitos clientes a comprar antecipadamente os cortes do ano, fidelizando-os.

Loja virtual ou marketplace?

Com tantos aplicativos de marketplace — aqueles que fazem a intermediação entre quem vende e quem compra o produto —, por que criar uma loja virtual própria pelo EBANX Beep?

Além da vantagem financeira, de não precisar ter CNPJ e de ser possível vender serviços, usando a plataforma você terá um link exclusivo para divulgar seu negócio em redes sociais e outros canais, enquanto no marketplace o link é coletivo, limitando as possibilidades de divulgar sua marca.

Ficou interessado? Acesse o site do EBANX Beep, crie sua loja virtual grátis e venda sem sair de casa.

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