Muito se fala sobre a importância do tráfego orgânico para um e-commerce, por exemplo. Mas você sabe, de fato, o que significa esse termo, o que está por trás dele e por quê ele é tão relevante assim para os negócios online?

O tráfego orgânico nada mais é do que todas as visitas que um site recebe e que NÃO são originadas de anúncios pagos. Ou seja, são os acessos espontâneos feitos, na maioria das vezes, após uma pesquisa em mecanismos de busca como o Google. 

O tráfego orgânico pode originar visitas para um site, um blog, uma loja e até mesmo para as redes sociais de uma marca. Essas páginas precisam ter relevância para serem bem classificadas no ranking do Google (ou de outros buscadores como o Bing e o Yahoo, por exemplo).

Qual a diferença entre tráfego orgânico e tráfego pago?

A diferença entre o tráfego orgânico e o tráfego pago é a seguinte: na primeira opção, os usuários acessam um canal digital quando buscam algo na internet ou pesquisam por uma marca. Por meio dos resultados do Google ele seleciona em qual link deseja clicar. 

Já na segunda opção você precisa investir dinheiro em anúncios para que o seu negócio apareça para o usuário e ele clique em você, independentemente de qual posição a sua marca apareça no Google.

Grande parte das empresas ainda não compreende as várias outras oportunidades que existem no marketing digital e acabam adotando estratégias apenas visando o tráfego pago, por ser mais comum. 

Através de mídias pagas, a empresa tem um alto poder de edição sobre o seu anúncio, público e entrega, tornando esta mídia excelente para a construção rápida de novos negócios. Já o tráfego orgânico é posicionado e entregue conforme a relevância.

Ou seja, a empresa tem pouquíssimo poder de edição sobre o seu posicionamento ou aparência do resultado e as otimizações são feitas na raiz do negócio e do site.

É evidente que toda marca deseja atrair o maior número de pessoas possível e isso acaba fazendo com que “apostem todas as fichas” em anúncios pagos para chamar a atenção dos usuários. Mas é muito importante usar uma estratégia combinada entre orgânico e anúncios pagos, de maneira que permita o crescimento rápido, mas também se estruture de maneira sustentável ao longo do tempo.

Como atrair usuários no tráfego orgânico?

Para conquistar usuários “do zero” e ter pessoas interessadas em acessar o seu conteúdo sem serem atingidas necessariamente por propagandas pagas, uma boa estratégia de SEO (Search Engine Optimization) é essencial

Isso porque é por meio do SEO que o seu negócio pode aparecer nas primeiras páginas de resultados do Google e, quem sabe, nos primeiros lugares. Existem vários tipos de resultados nos quais o seu negócio pode ranquear, não só apenas com conteúdos de blog, por exemplo.

Sabemos que uma grande parte da navegação inicia com uma busca. Seja para descobrir um novo conteúdo, tirar uma dúvida ou buscar um produto, os buscadores são uma maneira confiável de encontrar o que se deseja.

Com isso, o tráfego orgânico se torna ainda mais interessante e relevante para uma marca, pois representa uma das principais fontes de tráfego em um site. Estima-se que sejam realizadas em torno de 5,6 bilhões de pesquisas por dia no Google.

O Google atua com diferentes fatores que analisam os canais digitais e definem quais “merecem” estar em destaque nos resultados. Daí a importância de investir também em SEO, pois é uma estratégia formada por ações que contemplam aspectos como o conteúdo, a tecnologia e a reputação de um site. Esses são o que chamamos de pilares do SEO.

Além disso, um dos grandes benefícios e diferenciais do SEO são os resultados gratuitos e sustentáveis. A partir do momento em que você corrige e otimiza o conteúdo de um site e a navegação do usuário, os resultados são contínuos. É claro que o Google atualiza as suas métricas constantemente e que é preciso estar sempre bem atualizado a essas mudanças, mas isso é algo bem mais simples do que parece.

O que fazer para gerar tráfego orgânico?

Resumindo, investir em marketing orgânico com uma boa estratégia traz resultados a longo prazo e aumenta a visibilidade e a relevância da sua marca no mercado e entre os principais players. 

Aqui na Lume temos muitos cases de sucesso de marcas que ampliaram o seu espaço no mercado por meio do tráfego orgânico, além de, consequentemente, aumentarem o seu faturamento. Se quiser saber mais sobre como a gente pode te ajudar nisso, entre em contato e vamos conversar! 😉

Na metade de 2021, o Google colocou em prática algumas mudanças nos seus algoritmos na hora de analisar e classificar os sites que aparecem nos primeiros resultados de pesquisa, o chamado updates Google.

Uma dessas atualizações impactou diretamente os portais de notícias e negócios em geral que tinham estrutura de páginas no formato AMP (Accelerated Mobile Pages). Se desde junho você vem percebendo uma expressiva queda no tráfego orgânico do seu site sem ter feito nenhuma mudança significativa, pode estar experimentando esse novo cenário de pós-updates do Google.

O Google AMP está morto?

Alguns especialistas gostam de usar esse termo para o que está acontecendo com sites que possuem páginas AMP. Porém, a realidade é que a partir da implementação de Core Web Vitals e do algoritmo de experiência da página, as páginas AMP passam a competir com outras pela seção Notícias principais no Google. 

Por muito tempo, essa funcionalidade era um diferencial na hora de ranquear um site nos principais resultados de pesquisa, o que deixou de valer a partir da última atualização. 

Em abril deste ano o Google fez um anúncio detalhando essas mudanças. Especificamente falando sobre AMP, afirmou que “o uso do formato AMP não é mais necessário e que qualquer página, independentemente da pontuação do Core Web Vitals ou do status de experiência da página, estará qualificada para aparecer no carrossel de notícias principais.”

Ou seja, o foco agora é atingir uma boa pontuação nas métricas de Core Web Vitals, que chegaram para elevar a experiência do usuário e colocá-la como prioridade na hora de posicionar um site no ranking de resultados.

Essas novas métricas ajudam a mensurar e identificar a usabilidade da interface de um site como um todo. Com isso, muitos negócios que acabaram não se preparando para este momento e que se destacavam por ter esse tipo de página, podem acabar percebendo uma queda significativa no tráfego orgânico do seu site e, consequentemente, nos resultados dos últimos meses.

Mesmo que seja extremamente relevante focar nessas métricas, é muito importante lembrar que um conteúdo diferenciado e de qualidade ainda tem um maior peso no ranking. 

Portanto, não deixe que o seu foco em Core Web Vitals exclua a relevância de um conteúdo bem construído e interessante. O ideal é unir a ótima experiência do usuário com um conteúdo extremamente pertinente.

Como melhorar os resultados?

A resposta absoluta para essa pergunta ainda não existe, pois todas essas mudanças do Google exigem tempo para que testes e análises sejam feitas. A solução pós-update e o “novo normal” a partir disso ainda precisam ser estudados. Embora essas mudanças ainda sejam recentes, existem algumas ações que podem ajudar:

É essencial validar se o seu site está seguindo todas as recomendações dos três pilares de Core Web Vitals: Velocidade, Interação e Estabilidade Visual. Esse, sem dúvidas, é um caminho que ajudará a entender melhor quais os pontos em que o seu site pode estar deixando a desejar, de acordo com o que o algoritmo do Google considera relevante.Na matéria que produzimos sobre o assunto, detalhamos cada uma das novas métricas de Core Web Vitals: LCP, CLS e FID.

Outro ponto importante é fazer um benchmarking. Analise quais concorrentes estão nas primeiras posições, como eles atendem às métricas e quem perdeu relevância. A partir disso, o próximo passo é decupar esses sites, auditar e entender o motivo dos primeiros concorrentes estarem lá e o que possivelmente eles têm de diferente de acordo com esses novos critérios do Google. 

O relatório de experiência do Search Console deve ser o seu melhor amigo para encontrar os principais insights de melhorias. O relatório mostra as pontuações das páginas para cada métrica de Core Web Vitals, ajudando a entendê-las na prática e apontando quais URLs precisam de ajustes. 

Os resultados não mudam da noite para o dia

Quando falamos de negócios, sabemos que é natural bater aquele desespero ao ver o tráfego orgânico caindo e, consequentemente, a receita. Porém, se tratando de SEO, não existem atalhos ou resultados rápidos. Por isso, analise quais ações podem ser tomadas, coloque-as em prática e tenha paciência. 

Esse tipo de atualização pode envolver mudanças substanciais na interface de um site, por exemplo. E alterações assim não são feitas da noite para o dia. Justamente por isso, o Google vem avisando sobre essas atualizações desde maio de 2020 e, periodicamente, publica orientações sobre as mudanças.

Essa não é a primeira vez que o Google faz atualizações importantes, elas acontecem praticamente todos os anos. Por isso, é importante estar atento às informações. No blog da Central da Pesquisa Google são publicados conteúdos sobre todas as mudanças que o Google faz em seus algoritmos. Acompanhá-lo é obrigatório para quem tem um negócio online e também aplica práticas de SEO.

Aqui na Lume, fizemos questão de manter os nossos clientes que possuem projetos em SEO muito bem informados dessas mudanças e preparados para o que estava por vir.

Se você quer saber mais sobre essas atualizações ou ficou com alguma dúvida, não deixe de entrar em contato. 😉 

O trabalho remoto virou uma realidade para a maioria das empresas nos últimos dois anos, principalmente devido à pandemia de Covid-19 que atingiu o mundo inteiro. Uma pesquisa da FIA Employee Experience (FEEx) feita com 213 empresas do Brasil, mostrou que 90% delas aderiram a alguma modalidade de trabalho remoto.

E para muitas empresas essa mudança, que inicialmente foi “à força”, veio mesmo para ficar. Outro estudo, desta vez realizado pela plataforma de freelancers Workana, mostrou que 84,2% dos gestores entrevistados pretendem adotar algum formato de trabalho remoto após o fim da pandemia.

Naturalmente, esse “boom” no número de empresas aderindo ao trabalho remoto traz muitas dúvidas tanto para as equipes, como para os gestores. Aqui na Lume atuamos à distância desde 2014 e, desde então, aprendemos grandes lições e estamos colocando em prática ações para facilitar o dia a dia e a rotina à distância.

Quais os desafios do trabalho remoto?

Quando a Lume surgiu no mercado, há 7 anos, era formada pelo CEO Anderson Fagundes, que morava em Porto Alegre e posteriormente mudou-se para Garopaba, em Santa Catarina, e pelo COO, Cristian Magalhães, de Pelotas.

Para minimizar os possíveis impactos da distância, um dos principais processos adotados foi a agenda presencial uma vez por mês, em Porto Alegre. Durante uma semana, eles se reuniam em um coworking e esse era um momento importante para alinhar as maiores dificuldades dos projetos, as dúvidas, revisitar e destravar processos.

Porém, conforme o tempo foi passando, outras “dores” começaram a ser sentidas: 

Todas essas perguntas foram sendo respondidas aos poucos, em meio a erros e acertos e na base de muitos testes. A realidade é que não existe um padrão, mas sim o que se encaixa melhor para cada empresa. E assim a Lume foi mudando e se adaptando conforme os testes aconteciam.

Para isso, algumas etapas fizeram parte desse processo:

Trabalho remoto como um estilo de vida

A Lume surgiu num momento em que o trabalho remoto não era muito adotado e conhecido no Brasil. Formada por dois profissionais, ela foi fundada com a proposta de uma empresa que respeita as individualidades de cada um e isso é algo que faz parte da essência até hoje.

Os horários de maior produtividade mudam de pessoa para pessoa e as rotinas não são as mesmas. A verdade é que o trabalho remoto deveria trazer um olhar “mais humano” para essas características e reconhecer isso é um dos grandes diferenciais da Lume. 

trabalho remoto

A Lume nasceu no remoto de maneira natural e levando em consideração um estilo de vida mais leve, produtivo e confortável para todos

Ao longo dos anos o time cresceu — e muito! — e o desafio foi conseguir transmitir essa ideia para os profissionais que chegavam. Afinal, sabemos que o mercado, em geral, não adota esse estilo de trabalho e que a rotina, muitas vezes, não permite que a gente escolha os horários em que trabalhamos melhor. A flexibilidade tem muitos benefícios, porém pode ser desafiadora para alguns.

Criamos um onboarding mais completo, que fala não só de projetos, clientes e de como trabalhamos, mas também sobre a nossa essência, cultura, valores e sobre a nossa visão de produtividade.

Como integrar um time remoto?

O time Lume vem crescendo a cada mês e, desde a sua fundação, passamos de 2 para 13 profissionais. Mais do que ampliar a equipe, nos espalhamos por vários cantos do Brasil: hoje, temos profissionais que moram no Rio Grande do Sul, onde nascemos, mas também em Santa Catarina, São Paulo, Rio de Janeiro e Pernambuco. 

Essa troca de cultura e hábitos trouxe ainda mais valor para os nossos dias, porém, com isso, vieram novos pontos a serem levados em consideração. Afinal, como integrar essa galera, engajar e manter todo mundo alinhado?

Parte do time Lume em reunião para receber novos profissionais.

Novamente, os testes foram fundamentais (e acontecem até hoje) para chegarmos ao ponto atual. Tivemos que pensar desde um onboarding mais estruturado e de qualidade até ações mais operacionais para conseguir colocar tanta gente na mesma página em relação à empresa e aos projetos.

Essas foram algumas práticas que adotamos e que vem dando muito certo. São detalhes que mantém o time engajado e motivado, adjetivos importantes para promover um ambiente saudável para todos (mesmo que online).

Desenvolvimento dos profissionais

Em um momento de crescimento da empresa, estar atento aos talentos que queremos trazer para o time é essencial. Para isso, temos o apoio do RH para filtrar tanto hard skills, como soft skills.

Após a aprovação no processo seletivo, o profissional passa pelo onboarding e inicia no nosso Programa de Capacitação. Lançado em 2021, o objetivo é desenvolver o conhecimento dos novos parceiros, garantindo que todos passem por um processo de capacitação estruturado, capaz de ampliar a visão estratégica, técnica e analítica para atuar em projetos alinhados com a Cultura Lume. 

O Programa é dividido em três fases:

  1. Compreender
  2. Praticar
  3. Disseminar

Durante todo o processo, o profissional conta com o apoio da equipe e assiste a treinamentos em vídeo produzidos e gravados pelos profissionais que já fazem parte da Lume e que já estão imersos nas entregas com os clientes. 

Ao final de cada etapa, é feita uma avaliação técnica e comportamental que analisa, entre outros aspectos, características como inovação, iniciativa, planejamento, flexibilidade, comunicação, qualidade das entregas, visão técnica e a capacidade de organizar e priorizar pautas.

Por último, após absorver todo o conhecimento e praticar, é hora de colocar a mão na massa e atuar de forma operacional e estratégica junto aos nossos clientes. 

Ou seja, primeiro o profissional conhece o nosso jeito de fazer e adapta com toda a sua bagagem de conhecimento e, por fim, quando está seguro dos processos e alinhado com a Cultura Lume, coloca em prática e faz entregáveis junto aos clientes. 

O Programa começou a funcionar em agosto de 2021 e, em breve, vamos trazer uma matéria completa falando sobre os resultados e os detalhes de como ele foi pensado. 

Cultura Lume

Ao longo desses anos, mesmo que inconscientemente, fomos criando a nossa maneira de fazer as coisas: a nossa Cultura. Nascemos como uma consultoria pequena, com o propósito de ser parceira de empresas e agências digitais em projetos de SEO e Analytics. 

Com o nosso crescimento nos últimos anos, percebemos que 2021 também era o ano de estruturar, além do MVV, a nossa Cultura. Ela é baseada em uma comunicação ativa, em feedbacks constantes, no trabalho em equipe e no engajamento e motivação do time.

E para promover isso, a Cultura Lume está apoiada em três importantes pilares:

Mas para dar certo, os profissionais também precisam se identificar com a Cultura e com as características que norteiam o trabalho e os resultados que queremos atingir. Para deixar isso mais claro, o nosso MVV foi criado, em parceria com a área de Recursos Humanos. 

O MVV serve para pautar o nosso desenvolvimento nos próximos anos, auxiliar para que os profissionais se identifiquem com a marca.

Somos parceiros dos nossos clientes, motivados e comprometidos em gerar novos negócios, sendo incansáveis na busca de soluções.

Para os próximos cinco anos, estipulamos metas com o objetivo de nos tornarmos mais relevantes e uma referência no mercado. Elas foram apresentadas ao time e fazem parte do onboarding.

Empatia: preocupados em fazer o melhor por nossos parceiros e clientes.

Inovação: autoditadas, sempre estudando para aplicar o que tem de mais novo no mercado.

Protagonismo: temos senso de urgência para problemas que aparecem no dia a dia e iniciativa para sempre fazer o melhor.

Visão de dono: com espírito empreendedor, assumindo riscos para fazer as coisas acontecerem.

Dinamismo: propomos melhorias e mudanças que geram transformação, com rapidez e foco em qualidade.

Qual o futuro do trabalho remoto?

O fato é que a pandemia forçou as empresas a viverem a experiência de não terem os seus profissionais presencialmente nas sedes e escritórios físicos. E isso abriu a mente de muitas delas, o que trouxe à tona um debate que todo o mercado está envolvido: qual o futuro do trabalho remoto? Para o COO da Lume, Cristian Magalhães, o futuro é híbrido.

“Eu acredito muito nesse formato e venho estudando mais sobre isso. É a possibilidade de termos um local em cidades diferentes onde, caso o colaborador queira se deslocar para trabalhar, ele tenha essa opção”, avalia.

O formato híbrido de trabalho consiste em, basicamente, o colaborador ter autonomia para escolher onde, como e quando quer realizar as suas atividades profissionais da melhor forma possível. 

Sendo assim, é possível mesclar os dias da semana com trabalho em casa, na sede da empresa ou em espaços de coworking, por exemplo. Esse é o chamado “caminho do meio” e uma das suas principais vantagens é que o momento presencial seja aproveitado para os alinhamentos mais delicados em projetos específicos. Além disso, é a oportunidade dos profissionais se encontrarem e se conhecerem melhor, potencializando as ações de engajamento já realizadas à distância. 

“Se em casa estiver muito barulhento ou algo estiver tirando a concentração, ter a opção de pegar o notebook e ir para um local mais tranquilo é uma grande vantagem. Eu vejo Porto Alegre e São Paulo como possíveis locais de apoio híbrido e para encontros estratégicos do time”, destaca Cristian.

Aqui na Lume essa é uma ação que queremos implementar no futuro, mas respeitando a nossa essência de quando surgimos no mercado: remote first! O trabalho remoto continuará sendo a principal opção para os profissionais. 

O ponto mais importante do trabalho em modelo híbrido é, sem dúvidas, colocar em prática o conceito de remote first, que basicamente significa disponibilizar às pessoas, independentemente de quais sejam as suas localizações, condições iguais para realizar as suas tarefas no dia a dia.

Tudo isso pensando primeiro na experiência de quem está trabalhando remotamente, principalmente na tomada de decisões, naquelas reuniões importantes e nos alinhamentos diários que afetam direta e indiretamente a equipe.

Essa é uma mudança cultural muito forte, mas necessária para que o trabalho remoto funcione e seja sustentável. Não que o almoço com a equipe no escritório ou o cafezinho não possam ser usados para discutir assuntos de trabalho, mas o cuidado está em contextualizar esses assuntos e tomar a decisão em conjunto com todos.

Para avaliar e refletir se o trabalho remoto está equilibrado dentro da sua empresa, existem alguns questionamentos que devem ser feitos:

Descubra o que é melhor para o seu time

O fato é que estamos em constante mudança e aprimorando os nossos processos a cada ano que passa. O trabalho remoto é uma realidade que veio para ficar em muitas empresas e um desafio diário que envolve, acima de tudo, um olhar humano e muitos, mas MUITOS testes até descobrir o que se encaixa melhor à realidade da sua empresa.

E se você quiser saber mais sobre a gente e sobre a nossa maneira de trabalhar, estamos sempre publicando conteúdos no Instagram e no LinkedIn. Segue a gente lá e vamos trocar boas práticas! 😉

Curtiu a nossa maneira de trabalhar? O time tá crescendo e as vagas não param de abrir. Se ficou interessado em fazer parte da Lume, acesse a nossa plataforma na Gupy e manda o teu currículo pra gente.

O estudo “The State of Systems of Agreement”, conduzido pela Forrester Consulting, mostrou que processos que envolvem tarefas manuais têm mais tendência a erros, trabalho e custo extra, além de atrasos na execução e entrega, se comparados com processos automatizados.

Essa pesquisa foi divulgada em 2019, mas nunca esteve tão atual. Dois anos depois, algumas empresas insistem em adotar processos manuais para tarefas que já deviam ter passado por importantes modernizações.

Quando falamos de análise de dados, controle e acompanhamento de resultados, processos manuais podem gerar uma grande dor de cabeça e, em casos extremos, afetar o faturamento de uma empresa.

Por que processos manuais podem ser um problema?

Imagine que a realidade de muitas empresas é a seguinte: existe um esforço e investimento gigantesco em ações de marketing e mídia paga, por exemplo. Porém, na hora de coletar os dados para mensurar essa performance, é uma equipe interna que faz esse trabalho manualmente, com profissionais alimentando planilhas diariamente.

O grande problema é que processos assim são falhos e a chance de uma planilha ser alimentada errada é enorme: ou porque cada dia esse profissional pega informações de fontes diferentes, ou porque fez confusão, ou simplesmente porque o ser humano comete erros e faz parte.

Ou seja: as lideranças têm grandes chances de acabarem tomando decisões importantes e estratégicas para a saúde da empresa baseadas em dados que não representam a realidade.

E convenhamos, em um mercado tão competitivo, correr o risco de tomar decisões em cima de dados pouco confiáveis não vale a pena, né?

Quais os benefícios dos processos automatizados?

O que faz a maioria das empresas não implementarem a automatização de processos é o investimento, o tempo e a dedicação que esse movimento pode exigir. Porém, os resultados a médio e longo prazo são enormes e o melhor: sustentáveis.

Para e-commerces, cujo objetivo principal é vender mais, ter uma visão do todo em tempo real é essencial, principalmente em campanhas focadas em grandes eventos como a Black Friday, por exemplo. Dependendo do tamanho da empresa e da quantidade de ferramentas usadas, a complexidade na coleta de dados aumenta muito.

Por isso, a automação desse processo é fundamental: as informações essenciais estão em um dashboard que atualiza em tempo real, sem a necessidade de alguém alimentando manualmente.

Isso gera uma tomada de decisão mais rápida e assertiva para reverter um resultado negativo, por exemplo, ou potencializar as estratégias que estão desempenhando bem. 

Confira alguns benefícios da automação de processos

Qual o primeiro passo para implementar processos automatizados?

Mudar metodologias de trabalho defasadas para a entrada de tecnologias e ferramentas inteligentes é um movimento mais fácil do que se imagina. Na Lume já desenvolvemos projetos de automação de processos para grandes clientes como Arezzo, Panvel, Grupo Herval, Piuka e Voelivre.

Esse tipo de inteligência não é só um facilitador de visões de dados, mas também de ações que os gestores podem tomar a partir dessa visualização. Aqui na Lume nós dividimos esses projetos em três importantes etapas: 

A partir disso, é montado um dashboard com todas as informações necessárias, criando uma visão de dados fácil, intuitiva e muito completa, o que possibilita análises de diferentes formas, navegando por dia, mês, ano, semanas, entre outras, tudo de maneira automática e em tempo real.

Muitas empresas preferem fazer esse processo internamente, mas para isso é preciso saber se você tem profissionais capacitados para a construção e condução desse projeto. Na dúvida, busque a ajuda de uma consultoria parceira.

Afinal, traduzir essas informações é uma tarefa complexa e que exige a atuação de profissionais qualificados. Caso contrário, se torna uma automação pouco assertiva e que não possibilita a tomada de decisão inteligente, trazendo o efeito contrário.

Outro ganho significativo de processos automatizados é que, manualmente, provavelmente existam muitas informações que os gestores nem têm acesso, pois nem sabem que é possível analisar ou, até mesmo, nunca haviam solicitado. 

A automação de processos possibilita uma visão de diferentes níveis de informações: gerencial, operacional e estratégico. Mas, para que tudo isso ganhe forma e traga benefícios para a empresa, é essencial que seja visto como um investimento e não como um custo a mais.

Quais tipos de negócio podem automatizar os seus processos?

Qualquer nicho pode ter processos automatizados. O mais legal de tudo isso é que não precisa, necessariamente, ser um negócio online. Há muito tempo que dados estratégicos já podem ser coletados em lojas físicas

Um exemplo: o gestor quer saber quais os dias e horários que a sua loja tem maior movimento. Existem equipamentos que monitoram quantas pessoas entram na loja em determinado horário, quais são os setores da loja que o público para por mais tempo e quais são os momentos mais movimentados no dia. 

Tudo isso gera dados e, com essas informações, é possível montar um dashboard onde pode ser analisado, por exemplo, que em determinados horários é importante ter um caixa a mais na loja, pois o movimento é muito mais intenso. Outra informação que pode ser gerada é em qual setor as pessoas compram mais.

Um projeto da Lume entregue para um cliente do setor de calçados, em 2014, reuniu diversas informações do online para potencializar os resultados nas lojas físicas. O resultado foi super positivo. Conseguimos compilar e fornecer muitas informações estratégicas para as lojas físicas utilizarem no dia a dia para venderem mais.

Isso porque dados são munição para melhorar o atendimento ao cliente e ser mais assertivo na hora de oferecer um produto ao seu público, além de entregar um atendimento personalizado

Como podemos te ajudar?

Se você entendeu a importância de abandonar o trabalho manual para processos tão estratégicos para o negócio, nós podemos te ajudar nisso. A Lume já entregou grandes projetos de automação para clientes importantes do mercado. Entre em contato com a gente e vamos conversar! 😉💡

Provavelmente milhões de pessoas estão fazendo algum tipo de busca no Google neste exato momento. Para cada uma dessas buscas, inúmeras opções são mostradas. Investir em SEO é uma maneira de estar entre os primeiros resultados, trazendo mais visibilidade para o seu negócio, independente do nicho.

(mais…)

A tão falada atualização do Core Web Vitals está chegando e, com ela, algumas mudanças importantes devem ocorrer. O grande ponto é que as novas métricas do Google chegam para colocar, de uma vez por todas, a (boa) experiência do usuário como prioridade

Para que você fique por dentro dos principais impactos dessas alterações, preparamos esse texto que explica cada uma das novas métricas e como otimizar o seu site. É importante destacar que trazemos algumas recomendações básicas, mas que é essencial fazer uma análise mais aprofundada e pontual para cada caso.

Outro ponto bem importante é que Core Web Vitals, apenas, não é o suficiente para conseguir melhoria nos rankings. Além de CWV, você também precisa ter uma página segura, com HTTPS, mobile friendly e uma boa experiência com ADS. 

O que é Core Web Vitals?

Basicamente, Core Web Vitals são métricas que analisam diferentes aspectos de uma página ou um site em relação à experiência do usuário, como a capacidade de resposta a interações, a velocidade de carregamento e como os elementos de uma página se comportam durante a renderização, por exemplo. Elas são importantes pois se tornam um fator de posicionamento, impactando diretamente na pontuação e no ranqueamento do site

O Google anunciou essas mudanças em 2020 e, inicialmente, elas entrariam em vigor em maio deste ano, porém esse prazo foi adiado para junho. Ou seja, os sites que ainda não se adaptaram precisam fazer isso o quanto antes se quiserem garantir um bom posicionamento nos resultados do Google.

Não é novidade que a experiência do usuário deva ser priorizada, mas também sabemos que alguns sites não se preocupam muito com isso. Por isso, a estratégia do Google em trazer à público essas alterações nas métricas é uma maneira de estimular melhores resultados.

Quais são as métricas do Core Web Vitals?

Para medir tudo isso, três novas métricas começam a valer e se tornam os principais: LCP, FID, CLS (abaixo, vamos explicar cada uma deles).

As novas métricas chegam para somar às outras quatro que já existiam. Elas observam toda a jornada do usuário dentro de um site, desde o momento em que ele clica no primeiro link até a página estar completamente carregada. Embora Core Web Vitals não esteja diretamente ligado ao conteúdo e sim à performance, continua sendo essencial produzir conteúdos relevantes e de qualidade, que carreguem rápido e que tragam uma boa experiência de navegação ao usuário.

Essas métricas utilizam dados reais gerados pelos usuários que acessam um site pelo Chrome (ou qualquer navegador baseado nele). Caso 75% do total de usuários do site tenham uma boa experiência, significa que a página passou no teste e está otimizada para os mecanismos de busca.

Novas métricas Core Web Vitals

LCP (Largest Contentful Paint)

Essa métrica considera o tempo que o site leva para carregar o maior bloco de conteúdo da área crítica, seja ele um bloco de texto ou uma imagem. A área crítica é como chamamos aquela primeira tela que o usuário visualiza assim que acessa um site.

Aqui, a principal diferença é que antes o Google dizia que o site ou página devia ser carregado em três segundos. Agora, com essa métrica, o maior elemento da área crítica precisa ser carregado em até dois segundos e meio

O reflexo disso é que se perde um pouco do tempo, entretanto fica mais fácil conseguir atingir esse objetivo já que, inicialmente, não é necessário se preocupar com o carregamento de todo o conteúdo neste tempo e sim com a primeira parte visível do site.

Dicas para reduzir o LCP

De imediato, existem algumas recomendações que podem auxiliar para que o seu site esteja de acordo com essa nova métrica. Porém, é claro, pode não ser suficiente. Por isso, é muito importante analisar caso a caso. 

FID (First Input Delay)

Essa métrica leva em consideração o tempo que a página leva para responder após alguma interação do usuário, seja um botão, banners ou slides. 

Esse item é impactado pela renderização de scrips JavaScript. Isso porque esses arquivos normalmente ocupam a thread principal de carregamento e enquanto aquele script está sendo processado e renderizado, o elemento que depende dele fica inacessível. 

Isso é comum, por exemplo, num slider em que o próximo item seja carregado de maneira dinâmica. Se o usuário clicar e nada acontecer em mais do que 100 milissegundos, isso já é considerado um atraso de interação e irá impactar nessa métrica.

Outro ponto é que, hoje em dia, existem vários recursos que podemos integrar ao site e tudo isso pode gerar mais tempo para carregar uma página, consumindo processamento e reduzindo a performance do site. Por isso, é importante ser mais crítico em relação ao que será integrado.

Dicas para reduzir o FID 

CLS (Cumulative Layout Shift)

Por último, a métrica CLS é um pouco mais complexa. Ela considera o quanto os blocos de conteúdo já carregados se deslocam na página na medida em que outros elementos são renderizados. 

Quem nunca passou pela experiência de acessar um site e, antes de conseguir ler o conteúdo, aparece um banner ou anúncio que desloca tudo para baixo? Ou até mesmo um botão que acabou jogando pelo menos 10% da tela pra baixo?

Nem precisamos dizer que para o usuário, isso é muito ruim. Ele acaba clicando em um botão errado e abrindo uma página que não queria, entre outros inconvenientes. 

Essa métrica chega para tentar resolver isso. O cálculo é feito com base nas proporções do display que o usuário está acessando. Se for por desktop, é mais fácil de adequar pois tem mais espaço disponível. Mas, no caso mobile, o display é bem menor. 

Por isso, pode ser um pouco mais complexo chegar numa boa pontuação com essa métrica, pois são dois esforços diferentes: desktop e o segundo, bem mais desafiador, mobile. 

Dicas para reduzir o CLS

Essas são algumas das mudanças que, de acordo com o Google, já começam a valer neste mês. O seu site está pronto para ser avaliado a partir dessas métricas? Se a resposta é não ou se você ainda ficou com dúvidas, nós podemos te ajudar! Chama a gente e vamos conversar.

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